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Archive for the ‘Paulo – o Apóstolo do Diabo’ Category

Jesus disse: ‘quem se enaltecer será humilhado’. O que Paulo faz em 2 Coríntios 11 e 12 senão se enaltecer arrogantemente até aos céus?

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Disse Jesus:

E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado.  Mateus 23:12

Veja que, em nenhuma hipótese Jesus permite o enaltecimento. Não há exceção. Jesus é o líder, e o mestre, e o grande Rei. Não há exceção para homem algum se enaltecer.

Mas o que faz o falso apóstolo Paulo em 2 Coríntios 11 e 12? Pois bem, ele se exalta e enaltecer a si próprio arrogantemente. Como filho de Satanás que era, orgulhosamente elogia a si próprio até chegar a ser irritante. Paulo diz fazer isso para rebater aos que estariam questionando seu apostolado (e questionando com muito boa razão). Ora, Jesus disse que justamente nesses momentos, de disputas, é que a humildade devia imperar. Foi nessas circunstâncias, de disputas entre os apóstolos, que ele os mandava se humilharem perante os outros, serem qual crianças. Bem ao contrário de incentivar uma atitude de enaltecimento para combater outros, Jesus deu ordem para não fazer isso. O Cristo disse que iria humilhar quem se enaltecesse.

Mas Paulo, que não estava lá naquele momento para escutar as palavras do Mestre, e que, de fato, nunca citava Jesus (porque jamais teve qualquer contato com o Filho de Deus) não obedecia a esta injunção. Queria se erguer sobre os demais, dando um exemplo para não seguirmos:

O que digo, não o digo segundo o Senhor [obviamente não poderia falar segundo o Senhor, pois o estava contrariando], mas como por loucura, nesta confiança de gloriar-me.
Pois que muitos se gloriam segundo a carne, eu também me gloriarei.
[…] São hebreus? também eu. São israelitas? também eu. São descendência de Abraão? também eu.
São ministros de Cristo? (falo como fora de mim) eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes.
Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um.
Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo;
Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos;
Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez.
Além das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas.
– 2 Coríntios 11

Em verdade que não convém gloriar-me [ele reconhece que não convém se enaltecer, mas faz isso mesmo assim contrariando frontalmente a Jesus]; mas passarei às visões e revelações do Senhor.
Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu.
E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe)
Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar.
– 2 Coríntios 12

Veja mais em paulo-contraria-jesus/

Por que Paulo, autor de metade do Novo Testamento, praticamente não cita os ensinos de Jesus?

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É mesmo de se admirar o fato de que o autor de metade do Novo Testamento, ou seja, ou autor de metade dos livros que explicam o cristianismo, não faça menção direta dos ensinos do Mestre conforme temos conhecimento através dos Evangelhos. Há uma ou outra passagem com citação indireta ou distorcida (1 Cor. 7:10-11, 9:14) e só. Nem uma explicação, detalhamento, extensão ou aplicação dos ensinos de Jesus. Nada!

Pense bem, caro leitor, ele escreveu uma enormidade, mais que qualquer outro no Novo Testamento, e fazia questão de não mencionar os ensinos de Jesus. Não lhe parece estranho?

Isso chamava a atenção de estudiosos da Bíblia no passado, como no caso de Albert Schweitzer:

“Paulo evita de toda forma citar o ensinamento de Jesus, na verdade nem sequer mesmo mencionando-o. Se tivéssemos de contar com Paulo não iríamos saber que Jesus ensinava em parábolas , que tinha lecionado o sermão do monte, e que havia ensinado a seus discípulos o Pai Nosso. Mesmo onde elas são especialmente relevantes, Paulo ignora as palavras do Senhor.”

Se pensarmos nos avisos que Jesus deu sobre coisas que aconteceriam logo após a sua partida e antes da destruição de Jerusalém, vamos descobrir a razão de Paulo não dar importância aos ensinos de Cristo.

Primeiro, Jesus avisou que logo assim que lançadas as sementes da verdade o inimigo viria atrás e semeiaria o joio:

Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo;
Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. Mateus 13:24-25

Portanto, a ação do Diabo se daria imediatamente após a partida de Jesus.

E falando sobre os fatos que antecederiam o primeiro cerco e a destruição de Jerusalém entre os anos 60 e 70, Jesus disse:

Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. – Mateus 24:24

Assim, apareceriam portanto falsos profetas de significância (se fossem insignificantes Jesus não avisaria) antes mesmo da destruição de Jerusalém, tentando enganar os escolhidos (sendo, via de consequência,  pessoas achegadas aos apóstolos, pois do contrário não teriam potencial de enganá-los assim) .  Adicionalmente, temos que Paulo defendia a veracidade do seu apostolado (que não foi transmitido visivelmente por Jesus, diga-se de passagem) com os sinais e prodígios sobre os quais Jesus advertiu:

Os sinais do meu apostolado foram manifestados entre vós com toda a paciência, por sinais, prodígios e maravilhas. – 2 Coríntios 12:12

A conclusão que chegamos é que Paulo praticamente não faz citações de Jesus porque ele era o joio introduzido no cristianismo antes mesmo da destruição de Jerusalém para deturpar os ensinos do Cristo. Saiba mais…

Written by cristao1000

março 15, 2012 at 3:22 am

Satanás tinha poder sobre Paulo, mas não tinha nenhum poder sobre Jesus

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Paulo diz que Satanás o impediu de visitar certos irmãos. Veja bem, não foi o Espírito Santo, mas Satanás que estava, nesta ocasião, comandando o itinerário de Paulo:

Por isso bem quisemos uma e outra vez ir ter convosco, pelo menos eu, Paulo, mas Satanás no-lo impediu. – 1 Tessalonicenses 2:18

Que diferença, caro leitor, dos ensinos de Jesus:

Não mais falarei muito convosco, pois o governante do mundo está chegando. E ele não tem nenhum [poder] sobre mim. – João 14:30

Satanás não poderia impedir a ação do Espírito na terra. Admitir isso seria dizer que é possível que Satanás se interponha quando há algum propósito justo de um cristão na terra e frustre a realização desse propósito. Isso contraria o que foi dito pelo verdadeiro apóstolo João:

Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo. – 1 João 4:4

Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca. 1 João 5:18

Ora, se o maligno não toca, não pode portanto segurar ou impedir um cristão de agir de acordo com o propósito de Deus.

Paulo foi o único ‘cristão’ que se tem registro que foi impedido pelo diabo de fazer alguma coisa.

Veja mais em Paulo – o Apóstolo do Diabo …

Written by cristao1000

março 14, 2012 at 7:44 pm

Paulo diz que homem só conheceu o erro quando Deus deu a Lei a Moisés ( Romanos 7:7-9 )

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Paulo em sua carta aos Romanos diz que o homem só passou a ter ciência do que é ou não pecado quando Deus deu a Lei a Moisés. Por incrível que pareça, ele diz que os homens não tinham condição de saber o que é cobiça antes dos 10 mandamentos:

Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.  Romanos 7:7-9

Isso é realmente impressionante. Pense bem caro leitor no exemplo de José:

E deixou tudo o que tinha na mão de José, de maneira que nada sabia do que estava com ele, a não ser do pão que comia. E José era formoso de porte, e de semblante. E aconteceu depois destas coisas que a mulher do seu senhor pôs os seus olhos em José, e disse: Deita-te comigo. Porém ele recusou, e disse à mulher do seu senhor: Eis que o meu senhor não sabe do que há em casa comigo, e entregou em minha mão tudo o que tem; Ninguém há maior do que eu nesta casa, e nenhuma coisa me vedou, senão a ti, porquanto tu és sua mulher; como pois faria eu tamanha maldade, e pecaria contra Deus? E aconteceu que, falando ela cada dia a José, e não lhe dando ele ouvidos, para deitar-se com ela, e estar com ela, Sucedeu num certo dia que ele veio à casa para fazer seu serviço; e nenhum dos da casa estava ali; E ela lhe pegou pela sua roupa, dizendo: Deita-te comigo. E ele deixou a sua roupa na mão dela, e fugiu, e saiu para fora. – Gênesis 39:6-12

Ora, a questão aqui, no momento do fato, envolvia o adultério. Mas é lógico que José, antes e depois das investidas da mulher de Potifar não cobiçou a mulher do próximo. Se tivesse José cobiçado a mulher do próximo, então não teria forças para resistir no momento em que ela se lançou sobre ele. É como diz Tiago:

Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.  Tiago 1:14-15

Não há dúvidas, pois, que José sabia que cobiçar a mulher do próximo era pecado, muito antes mesmo de Deus trazer os mandamentos. Portanto, Paulo mente, tentando induzir a erro os ouvintes. Com que finalidade? Com a artimanha que ele lança logo a seguir:

Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a lei estava morto o pecado. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.  Romanos 7:7-9

O objetivo é passar a confusa idéia de que a Lei era algo ruim, pois a Lei de Deus (pasme-se), segundo Paulo, trazia morte em vez de vida! Ora, mas a verdade é que todo bom presente desse do céu, do Pai, assim como disse o irmão de Jesus:

Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação. Tiago 1:17

Como pode o mandamento perfeito de Deus, citado repetidamente por Jesus, ser algo ruim?

Eis que quem têm ouvidos deve prestar atenção ao aviso do profeta:

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!  Isaías 5:20

Paulo, agente do Diabo, vai aqui e acolá dizer que a lei é boa, e daqui a pouco novamente dizer que ela é má, criando confusão sobre o que é certo e errado e dizendo que algo de bom é ruim e assim invalidar o mandamento de Deus. Fazendo desse modo ele poluiu a mensagem original, baseada somente nos ensinamentos de Jesus e criou as grandes organizações religiosas constituídas que vemos hoje. Isso sem citar ou mencionar qualquer ensinamento de Jesus em suas cartas.

Saiba mais sobre outras atitudes e ensinamentos de Paulo que foram preditos por Jesus como o joio que seria lançado sobre o trigo logo após a partida do Messias.

Written by cristao1000

março 14, 2012 at 3:58 am

O livro de Tiago é uma compilação de provas a ser usada em um julgamento contra Paulo em Éfeso.

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Atos 19 fala de Paulo teve que sair da sinagoga onde ele ensinou em Éfeso. Apocalipse 2:2 fala de um julgamento em Éfeso, no qual os efésios “puseram à prova os que se diziam apóstolos e não eram, e descobriram que eles eram mentirosos”. A vida de Paulo está sempre relacionada com uma grande oposição na Ásia (2 Coríntios 1:8-9, 2 Timóteo 1:15, Atos 19:8-10).

Pois bem, no capítulo um da Carta de Tiago, o irmão de Jesus alerta os cristãos dispersos que eles passariam por muitas tentações que requereriam sabedoria. Ele confronta o ensino absurdo de Paulo de que a lei dava vida ao pecado ( E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri. -Romanos 7:9)  dizendo:

Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. Tiago 1:13-15

Note que Tiago demonstra que o pecado não é inerente à pessoa, mas surge quando o homem dá vazão à ele. E mais, a lei de Deus, dada através de Moisés era uma forma de os humanos escolherem a vida, não uma provisão de Deus para levar o homem à morte como Paulo tenta fazer crer:

Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, – Deuteronômio 30:19

Tanto é assim que logo em seguida Tiago faz menção à boa dádiva ou presente de Deus que desceu de cima, numa lógica referência, entre outros coisas, à Lei:

Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação – Tiago 1:17

Fica claro que Deus não havia mudado. Se ele disse que obedecer ao que é certo levava à vida, isso continuava assim. É por isso que Tiago, nessa sequência, incentiva os irmãos a não transgredirem os mandamentos, assim como Jesus também o fazia (Mateus 19:16-20):

Não erreis, meus amados irmãos. – Tiago 1:16

Já o capítulo 2 da carta de Tiago é claramente tida como uma peça de julgamento em um Tribunal. Observe a linguagem do libelo: juízes (2:4), assentos de julgamento (2:6), direito(2:8, 9, 10, 12), transgressores (2:9, 11), culpado (2:10), julgados (2:12) o julgamento,(2:13). Então Tiago confronta vigorosamente o evangelho de Paulo baseado somente na fé:

Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? 
Tiago 2:14

Somente essa frase já inutiliza todo o extenso arrazoado de Paulo em suas cartas baseando a salvação exclusivamente na fé. Claramente Tiago aí quer fazer ver o quanto Paulo é um falso apóstolo. Pense na parábola das ovelhas e dos cabritos em que Jesus mostra que as boas ações é que são a base para o julgamento (Mt 25). É por isso que Tiago, na sequência desmascara o uso errado de Paulo do exemplo de retidão de Abraão (Rm 4:3, Gal. 3:6) que foi demonstrado não somente com a fé, mas com fé e obras.

Discorreremos mais sobre isso em artigos vindouros.

O falso apóstolo Paulo inaugurou o uso de relíquias pelo cristianismo de imitação (Atos 19.11-12)

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A veneração a objetos é condenada como sendo superstição idólatra nas Escrituras Hebraicas. Nos Evangelhos não há qualquer relato do uso de objetos intermediários nas curas e ressurreições realizadas por Jesus.

Como temos demonstrado, o joio que seria plantado no meio do trigo no nascente cristianismo o foi através do falso ‘apóstolo para as nações’ Paulo. E também na introdução do uso de relíquias sagradas ele foi pioneiro:

E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias. De sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saíam – Atos 19.11-12.

Jesus sempre operou os sinais diretamente, fosse fazendo cegos ver, curando leprosos ou paralíticos, ressuscitando pessoas. Não há qualquer relato de que as roupas de Jesus fossem levadas aos necessitados e então fossem realizados milagres. Na verdade, o uso panos transmitir dons espirituais sempre caracterizou a feitiçaria como exemplificado aqui em Ezequiel 13:18,20-21:  “Assim diz o Senhor Deus: Ai das que cosem pulseiras mágicas para todos os braços, e que fazem véus para as cabeças de pessoas de toda estatura para caçarem as almas! Porventura caçareis as almas do meu povo? e conservareis em vida almas para vosso proveito? Portanto assim diz o Senhor Deus: Eis aqui eu sou contra as vossas pulseiras mágicas com que vós ali caçais as almas como aves, e as arrancarei de vossos braços; e soltarei as almas, sim as almas que vós caçais como aves. Também rasgarei os vossos véus, e livrarei o meu povo das vossas mãos, e eles não estarão mais em vossas mãos para serem caçados; e sabereis que eu sou e Senhor.”

Deveras, pequenas coisas materiais de uso pessoal utilizadas para fins espirituais eram práticas das nações pagãs:  “Além disso, os adivinhos, os feiticeiros, os terafins, os ídolos e todas abominações que se viam na terra de Judá e em Jerusalém, Josias os extirpou, para confirmar as palavras da lei, que estavam escritas no livro que o sacerdote Hilquias achara na casa do Senhor.” –  2 Reis 23:24. Com efeito, talismã era um objeto portátil de idolatria doméstica. Nada menos que um amuleto ou relíquia usado na falsa adoração.

Parece claro o propósito diabólico por traz da introdução desses objetos na adoração. A finalidade era a adoração de relíquias. Assim como Satã quis que o corpo de Moisés fosse sepultado em local conhecido para ser objeto de adoração, assim também as ‘relíquias dos santos’ seriam usadas também para municiar um cristianismo falsificado girando em torno de organizações humanas que não foram preconizadas por Jesus.

Written by cristao1000

março 10, 2012 at 6:20 pm

Paulo foi rejeitado pelos Efésios como falso Apóstolo. Jesus parabenizou aos Efésios por isso. (Comparando Efésios 1:1 e 2 Timóteo 1:15 com Apocalipse 2:2)

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Paulo alegou ser apóstolo em sua carta aos Efésios (Efésios 1:1), mas mais tarde, em sua segunda carta a Timóteo, Paulo declara que “todos aqueles que na Ásia se afastaram de mim” ( 2 Timóteo 1:15 ). Éfeso era, na época, a maior cidade da Ásia [Menor], então isso significa que em algum momento depois de escrever sua carta, eles, os Efésios, por algum motivo, deixaram de considerá-lo como um verdadeiro apóstolo.

Note que ele não diz que os crentes na Ásia abandonaram a fé cristã, e ele não diz que eles abandonaram os apóstolos originais de Jesus. Paulo diz apenas que os crentes na Ásia o abandonaram.

Por alguma razão, os Efésios deixaram de considerar Paulo como um genuíno líder cristão.

O livro do Apocalipse, escrito pelo apóstolo João, começa com Jesus ressuscitado instruindo o escritor a enviar mensagens às sete igrejas na Ásia ( Apocalipse 1:11 ). A primeira congregação da Ásia a receber uma mensagem é Éfeso. Se Paulo tivesse sido um verdadeiro apóstolo, então certamente o Jesus ressuscitado teria repreendido-os por abandonarem seu verdadeiro apóstolo. Afinal, era  Jesus ressuscitado que alegadamente apareceu a Paulo (então conhecido como Saulo) e que o levou à sua suposta conversão e comissão eventual como um apóstolo. No entanto, note Apocalipse 2:2 e leia como o ressuscitado Jesus elogiou aos Efésios:

Escreve ao anjo da igreja que está em Éfeso: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, que anda no meio dos sete castiçais de ouro: Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos. – Apocalipse 2:1-2

Então, em essência, a conversa foi essa:

Paulo diz aos Efésios: “Eu sou um apóstolo de Jesus.” (Efésios 1:1)
Paulo diz a Timóteo mais tarde: “Todos na Ásia me abandonaram.” ( 2 Timóteo 1:15 )
Os Efésios a Paulo: “Você diz que é apóstolo mas não é.” ( 2 Timóteo 1:15 / Apocalipse 2:2 )
Jesus ressuscitado aos Efésios: “Muito bem Efésios! Ele é realmente um mentiroso.”  ( Apocalipse 2:2 )
Veja mais razões que apontam para o fato de que Paulo foi introduzido pelo Diabo para corromper o Cristianismo. Ele foi o joio semeado assim que o trigo foi plantado, enquanto os homens dormiam.

Written by cristao1000

março 10, 2012 at 6:04 am

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